ficamos o dia inteiro no internato... teve um churrasco, mas nao foi tao legal quando o outro que teve antes. eu nao lembro que dia foi o outro, mas tinha mais brasileiros, os dois intercambiarios poloneses que foram pro Brasil haviam ido embora e agora tinha ficado so os outros monitores que nao eram tao legais. hoje que eu fui reparar o quanto o churrasco e estranho: tem carne de porco ao inves de vaca e eles assam uma linguica preta. muito, muito, muito estranha. mal imaginava eu que iria come-la no domingo. ela e feita de cevadinha com sangue. sangue de nao sei qual animal... mas e sangue. a minha familia pediu pra que eu provasse e eu achei o gosto diferente. nao e horrivel, e comivel, mas eu prefiro a outra linguica.o filme que assistimos neste dia foi chato, eu nem lembro o nome, mas sei que ele nunca acabava. e de um cineasta polones... e eu nao estava com cabeca para assistir :S
e, acho que pela primeira vez, fui capaz de responder os 30 scraps no orkut! tinha muita coisa pendente, acho que coisas ainda de quando eu estava no Brasil. finalmente fiquei em dia! :D mas usar o computador no acamps era um sacrificio, porque nao era meu e tinhamos que fazer fila. obs: enquanto eu usava ainda tinha que ouvir comentarios das minhas colegas de quarto. nao que isso seja chato, mas eu nao estava acostumada...
ah, nao lembro em que dia que isso aconteceu, mas acho que foi dia 23 mesmo: o dia da saudade!
todos ja estavam nervosos com tudo o que estava acontecendo no acampamento. e a agathe, mais chorajosa de todos, chegou no quarto estourada, chorando para todos. esse foi so um estopim para todas as meninas do quarto comecarem a chorar. no comeco do dia, a luiza tentou me fazer ouvir uma musica do mp4 dela: QUEBRANTADO (Vineyard). Eu ouvi 5 segundos da musica e entrei em estado de choque, comecei a chorar e quase joguei no chao o fone de ouvido. e eu nao conseguia conter meu choro. ela tentou me acalmar, mas eu continuei estressada pelo resto do dia. a consequencia foi o choro destampado de noite.
mas isso acontece, quando a saudade bate, e complicado tentar esconde-la.
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